Albuquerque...
quando você vem, eu não preciso esperar por algo que me habite. quando você vem, é como se eu pisasse em estrelas... caio num esquecimento amassado de mim, pra virar nós duas... falo um bocado de bobagem, imperfeita que sou. mas você perdoa... quando você vem, é feito comer um pote inteiro de doce... cheiro de vinho e risada. quando você vem, tenho alucinações de compreensão... e eu penso tão livre.... e então, quando você vai embora, inevitavelmente, leva um tanto de mim...
Escrito por marina de castro às 16h17
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